Sequestrada por criptos: O pesadelo de uma mulher em Manosque (França)
Em janeiro de 2026, uma mulher foi sequestrada e violentada em Manosque por criptos. Este evento revela uma tendência preocupante: o crime mirando os detentores de ativos digitais. Entre insegurança física e vulnerabilidade financeira, como proteger os investidores em um mundo onde o virtual se torna perigoso?

Em resumo
- Uma mulher foi sequestrada e violentada em Manosque, França, por três homens encapuzados por criptos.
- Os agressores, organizados e informados, usaram violência física para roubar um pen drive contendo dados sensíveis.
- Este caso ilustra o surgimento de um novo banditismo direcionado a ativos digitais, explorando falhas de segurança e a irreversibilidade das transações em crypto.
Sequestro de uma mulher na França por criptos
Em 5 de janeiro de 2026, por volta das 19h30, uma mulher foi violentamente agredida em sua residência localizada no bairro tranquilo do caminho de Chanteprunier, nos arredores de Manosque. Três homens encapuzados arrombaram sua porta, dominaram-na e a sequestraram por longos minutos. O objetivo deles: obter acesso às criptos supostamente detidas pelo seu companheiro. A vítima, amarrada e ameaçada com uma arma de fogo, sofreu agressões físicas antes que os agressores levassem um pen drive (provavelmente um cold Wallet) contendo dados sensíveis.
A investigação, confiada à brigada de repressão ao banditismo da polícia judiciária de Marselha, revelou um modo de operação meticulosamente preparado. Os agressores pareciam informados da presença de criptos na residência, o que sugere um vazamento de dados fiscais ou vigilância prévia. Este caso não é isolado, pois desde 2025, os ataques contra detentores de crypto se multiplicam, explorando o anonimato relativo e a irreversibilidade das transações.
Crypto: os casos de sequestro na França e na Europa se multiplicam
A França não está poupada por esta onda de criminalidade. Em 2025, um empresário de crypto foi sequestrado em Paris, com um dedo cortado para forçar uma transferência de fundos. Na Espanha, sequestros por resgate em bitcoins foram reportados. Estes casos compartilham pontos comuns:
- Violência extrema;
- Foco preciso;
- Uso de criptomoedas para lavar ou ocultar fundos.
Os criminosos exploram as falhas dos sistemas fiscais e bancários. Na Bélgica, famílias de detentores de crypto também são alvos. As autoridades europeias colaboram para rastrear essas redes, mas a tarefa é complexa. De fato, as transações em crypto, uma vez validadas, não podem ser canceladas. Frente a essa ameaça, as plataformas de troca tentam reforçar seus protocolos de segurança, mas a proteção dos usuários continua um grande desafio.
Como proteger os detentores de criptomoedas?
Após o sequestro desta mulher em Manosque, as pessoas com criptos devem adotar uma dupla vigilância. Primeiro, proteger seus ativos digitais: carteiras físicas (Ledger, Trezor), autenticação de dois fatores e backups offline das chaves privadas. Depois, proteger seu anonimato: evitar divulgar seu patrimônio ou endereço, usar pseudônimos para transações.
As plataformas também têm um papel a cumprir. Algumas já oferecem seguros contra roubo ou alertas em caso de movimentos suspeitos. As autoridades recomendam denunciar qualquer tentativa de extorsão. Finalmente, treinamentos em cibersegurança, como os oferecidos pela ANSSI na França, ajudam a conscientizar os investidores. A proteção das criptos não se limita mais à tecnologia, passa também pela prudência diária.
O caso de Manosque lembra que as criptos, símbolo de inovação, atraem também as piores formas de criminalidade. Entre segurança digital e proteção física, os detentores devem redobrar a vigilância. A colaboração entre Estados torna-se essencial para deter certos infratores, como a prisão do homem por trás do golpe de 12 bilhões de dólares. Na sua opinião, deve-se regulamentar mais o mercado cripto, ou os usuários devem assumir sozinhos sua segurança?
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Le monde évolue et l'adaptation est la meilleure arme pour survivre dans cet univers ondoyant. Community manager crypto à la base, je m'intéresse à tout ce qui touche de près ou de loin à la blockchain et ses dérivés. Dans l'optique de partager mon expérience et de faire connaître un domaine qui me passionne, rien de mieux que de rédiger des articles informatifs et décontractés à la fois.
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