Os gigantes da cripto se lançam a um mercado de crescimento acelerado: as ações tokenizadas. Descubra os últimos números!
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OpenAI promete 3 bilhões de usuários de IA, mas queima dinheiro na velocidade da luz. Microsoft sorri, Altman esquiva, e o caixa brinca de esconde-esconde com os bilhões.
Uma grande falha na Cloudflare na terça-feira causou interrupções generalizadas em plataformas cripto e vários sites importantes. As interrupções no serviço se espalharam rapidamente enquanto os usuários lutavam para carregar portais de exchanges, exploradores de blocos e ferramentas de análise. Relatórios iniciais de empresas afetadas indicaram que mensagens de erro da Cloudflare estavam aparecendo em interfaces front-end.
As valorizações da inteligência artificial disparam, às vezes sem rentabilidade para apoiar. Vozes se erguem, lembrando os excessos da bolha da Internet de 2000. Peso desproporcional dos gigantes do setor nos índices, investimentos massivos, entusiasmo generalizado: os sinais de uma possível superaquência se acumulam. Neste clima de euforia, uma pergunta volta à tona: a IA é o motor de uma nova era econômica ou de uma bolha especulativa prestes a estourar?
O bitcoin acaba de atravessar um marco simbólico e histórico: supera a Amazon na bolsa com uma valorização de mais de 2,4 trilhões de dólares. Já não é apenas uma moeda digital: agora é um dos ativos mais poderosos do planeta. Análise de um tremor econômico silencioso, mas irreversível.
O gigante americano Amazon acaba de anunciar um investimento colossal de 13 bilhões de dólares na Austrália em seus centros de dados e projetos de energia renovável. Esta iniciativa se insere em um contexto de rivalidade tecnológica global, onde a IA, a nuvem e a soberania energética se estabelecem como os novos alavancadores de poder econômico e geopolítico.
Os gigantes americanos do comércio, Amazon e Walmart, estão atualmente explorando a emissão de seus próprios stablecoins atrelados ao dólar. Esta iniciativa, ainda em fase exploratória, pode, a longo prazo, revolucionar o panorama dos pagamentos online e reforçar ainda mais a hegemonia do dólar americano.
Um marco acaba de ser alcançado na história dos ativos globais. No dia 8 de maio, o bitcoin superou a Amazon em capitalização de mercado e entrou no top 5 das maiores valorizações do mundo. Este marco não reflete apenas um desempenho de mercado. Ele cristaliza a ascensão de uma rede descentralizada frente a um gigante da tecnologia tradicional. Esse choque entre duas visões econômicas redefine as hierarquias financeiras e sublinha a crescente ancoragem das criptomoedas nos equilíbrios globais.
O bitcoin destrona o Google, provoca Wall Street em suor e sobe como um cabrito digital sob anfetamina enquanto o dólar tomba e as bolsas fazem uma soneca fiscal.
Os dois gigantes da exchange cripto, Binance e KuCoin, enfrentam interrupções significativas no serviço, perturbando as operações de milhões de usuários em todo o mundo.