Jack Dorsey revive a visão de Satoshi Nakamoto: fazer do bitcoin uma moeda de troca universal. Diante da especulação e dos mercados financeiros, pode ele se tornar o dinheiro do dia a dia?
Jack Dorsey revive a visão de Satoshi Nakamoto: fazer do bitcoin uma moeda de troca universal. Diante da especulação e dos mercados financeiros, pode ele se tornar o dinheiro do dia a dia?
Em um universo dominado pela abstração digital, o desaparecimento abrupto da estátua de Satoshi Nakamoto em Lugano ressoa como um choque simbólico. Erguida durante o Plan B Forum em homenagem ao espírito descentralizado do bitcoin, a obra foi arrancada, vandalizada, então resgatada em pedaços à beira do lago. Este manifesto artístico, tornado alvo, cristaliza as tensões em torno do imaginário cripto. Uma recompensa em bitcoin foi prometida, sinal de que o caso vai além do simples vandalismo: ele provoca reflexão sobre a integridade dos símbolos em uma cultura sem rosto.
Enquanto os mercados tradicionais permanecem sob pressão, o bitcoin atinge um marco histórico: sua capitalização realizada ultrapassa pela primeira vez 1 trilhão de dólares. Este patamar, reflexo do capital realmente investido na rede, ocorre no momento em que uma baleia da era Satoshi cede 80.000 BTC, ou seja, quase 9 bilhões de dólares, sem abalar o preço. Um forte sinal duplo, tanto técnico quanto psicológico, que confirma a robustez do mercado diante de eventos de grande escala.
E se um quarto dos bitcoins em circulação estivesse em risco de ser roubado devido a uma falha cripto? Esse cenário, agora levado a sério, leva Jameson Lopp e outros desenvolvedores a propor uma medida inédita: congelar os BTC armazenados em endereços vulneráveis a ataques quânticos. Entre eles, os fundos míticos de Satoshi Nakamoto. Trata-se de uma iniciativa explosiva, entre a necessidade de segurança e a contestação dos princípios fundadores do protocolo.
Ele não fala. Ele não vende nada. E, no entanto, Satoshi Nakamoto acaba de fazer tremer o topo da pirâmide financeira. Graças a um bitcoin que subiu para 122.500 dólares, o criador da criptomoeda alcança uma fortuna estimada em 134,26 bilhões de dólares. Sem nunca ter movido um único de seus tokens.
E se o criador do bitcoin também tivesse detido uma reserva significativa de XRP? Essa é a hipótese reavivada por uma declaração inesperada de David Schwartz, diretor técnico da Ripple, durante uma audiência judicial em 2023. Repetida novamente na rede social X, essa revelação intriga. Um dos pilares do ecossistema XRP Ledger menciona uma possível conexão entre Satoshi Nakamoto e a Ripple. Uma frase que passou despercebida na época, mas que poderia reconfigurar a narrativa fundadora das duas maiores criptomoedas.
Em 2025, as empresas se destacam como os principais compradores de bitcoin, superando os indivíduos e os ETFs. Essa mudança estratégica coloca o BTC, projetado para a descentralização, nas mãos de atores centralizados. A rainha das criptomoedas ainda pode representar uma alternativa popular diante dessa crescente concentração?
O mistério em torno de Satoshi Nakamoto, o criador do bitcoin, continua a fascinar. Em uma recente entrevista com influenciadores turcos, Changpeng Zhao, ex-CEO da Binance, apresentou uma hipótese no mínimo inesperada: Satoshi Nakamoto poderia ser... uma IA (inteligência artificial) vinda do futuro.
James Murphy processa o governo americano em uma ação FOIA, esperando obter documentos sobre a identidade de Satoshi Nakamoto, após revelações de um agente do DHS sobre um encontro em 2019.
O misterioso criador do bitcoin, Satoshi Nakamoto, completa hoje 50 anos, enquanto sua inovação revoluciona as finanças globais e conquista agora as grandes potências econômicas.