Putin quer uma IA toda sua, pura e dura. Seus engenheiros mexem em cópias feitas nos EUA. Enquanto isso, Moscou inunda a Europa com deepfakes. Uma grande arte.
Putin quer uma IA toda sua, pura e dura. Seus engenheiros mexem em cópias feitas nos EUA. Enquanto isso, Moscou inunda a Europa com deepfakes. Uma grande arte.
A UE atinge Putin onde dói: sanções inéditas contra as cripto russas, proibição do stablecoin A7A5 e bloqueio das plataformas cúmplices. O Kremlin vai retaliar? Descubra como essas medidas podem revolucionar a guerra econômica e as estratégias de contorno de Moscou.
A perspectiva de eleições organizadas diretamente na blockchain talvez não pertença mais ao campo da ficção científica. A rede descentralizada Chainlink, liderada pelo seu cofundador Sergey Nazarov, multiplica alianças com a administração Trump, abrindo caminho para usos governamentais inéditos. Por trás desses acordos, uma ambição clara: fazer da blockchain uma ferramenta de confiança institucional.
Desde Moscou, as acusações se multiplicam. Um conselheiro próximo de Vladimir Putin afirma que Washington utiliza stablecoins e ouro para aliviar o peso esmagador de uma dívida pública que agora ultrapassa 37.000 bilhões de dólares. Uma estratégia que, se confirmada, poderia abalar o equilíbrio das finanças mundiais.
Enquanto multiplica os sinais de firmeza no cenário internacional, Donald Trump impôs um ultimato de 50 dias à Rússia para que ela ponha fim à guerra na Ucrânia. Essa declaração contundente, muito comentada nos círculos diplomáticos e militares, também provocou um terremoto inesperado nos mercados financeiros. O bitcoin, particularmente reativo às tensões geopolíticas, iniciou uma queda rápida logo após o anúncio, alcançando esta manhã os 116.000 dólares. O clima de incerteza criado por este alerta presidencial alimenta tanto as especulações políticas quanto as turbulências econômicas.
O Rio está prestes a acolher uma cúpula dos BRICS sob alta tensão, marcada por duas ausências históricas: Xi Jinping e Vladimir Putin. O presidente chinês se retira pela primeira vez desde 2013, enquanto seu homólogo russo permanece no Kremlin, alvo de um mandado de prisão do TPI. No momento em que o bloco quer se afirmar frente ao dólar e reforçar sua influência, essas desistências fragilizam a unidade do grupo e levantam dúvidas sobre sua trajetória geopolítica.
O centro de gravidade econômica está se deslocando para o Sul, e Pequim, assim como Moscou, querem ditar o ritmo. Às vésperas da cúpula do BRICS no Rio, Vladimir Putin e Xi Jinping oficializam uma iniciativa inédita: uma plataforma de investimento comum dedicada aos países do Sul global. Pensada como uma alavanca de influência e emancipação em relação aos circuitos dominados pelo Ocidente, este anúncio marca uma etapa chave na construção de uma ordem financeira alternativa liderada pelas potências emergentes.
Em 13 de junho de 2025, um ponto de virada no conflito Irã-Israel. Os ataques aéreos israelenses em massa visaram o coração do dispositivo militar iraniano. O Irã retaliou na mesma noite com 300 mísseis balísticos, ultrapassando um novo limite nesta guerra prolongada.
Enquanto a guerra russo-ucraniana se arrasta para seu quarto ano, um possível encontro entre Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin em Istambul poderia mudar as cartas do jogo. Pela primeira vez em meses, Kiev aceita a ideia de negociações diretas. Zelensky anunciou neste domingo, 11 de maio, que esperaria Putin na quinta-feira, 15, em Istambul. No entanto, a Ucrânia impõe uma condição firme: nenhum intercâmbio acontecerá sem um cessar-fogo total, exigido desde esta segunda-feira. Trata-se de uma exigência carregada de significado, em um conflito onde cada gesto diplomático é minuciosamente observado.
A presidente do banco central russo se ridicularizou ao tentar conter o bitcoin.