BBVA se alia a onze bancos europeus para criar uma alternativa à hegemonia do dólar
A Europa entra na batalha dos stablecoins. Ao se juntar ao consórcio Qivalis, o BBVA estabelece um marco decisivo na luta por uma soberania financeira digital. O objetivo é claro: contrariar gigantes como USDT e USDC, onipresentes nas trocas globais.

Em resumo
- Doze bancos europeus lançam um stablecoin em euro para reduzir a dependência dos stablecoins em dólares.
- O projeto Qivalis promete uma moeda digital regulada na blockchain, em conformidade com a regulamentação MiCA.
Um stablecoin em euro para quebrar a supremacia do dólar digital
A dominação dos stablecoins lastreados no dólar continua crescendo. O USDT, emitido pela Tether, representa sozinho mais de 185 bilhões de dólares, seguido pelo USDC da Circle. Em contrapartida, os stablecoins em euros lutam para ultrapassar o bilhão.
O projeto Qivalis, sediado em Amsterdã, visa reequilibrar essa tendência. O objetivo: lançar um euro digital regulado, desenhado por instituições bancárias e em conformidade com a MiCA.
BBVA assim se junta a um consórcio que inclui BNP Paribas, UniCredit, ING, CaixaBank e SEB. Juntos, planejam o lançamento de uma moeda digital em 2026. Esse cripto-euro será concebido para pagamentos descentralizados, mas sob controle bancário para garantir confiabilidade e conformidade.
MiCA e blockchain: os pilares do projeto Qivalis
O projeto se destaca por seu firme embasamento regulatório. Qivalis aguarda a aprovação do Banco Central da Holanda para operar como uma instituição de moeda eletrônica. Um sinal de seriedade em um setor ainda majoritariamente dominado por atores não regulados!
O futuro stablecoin será baseado em blockchain, com acesso simplificado a pagamentos descentralizados e liquidações de ativos tokenizados. A ambição? Oferecer transações quase instantâneas em euros, destinadas a empresas, instituições e consumidores finais.
Mas não só isso! Este projeto também representa uma colaboração essencial entre bancos para evoluir o modelo bancário futuro e propor uma tokenização confiável de ativos financeiros. O papel do BBVA apoia-se em anos de pesquisa sobre ativos digitais.
Essa dinâmica marca, portanto, uma ruptura: a Europa não quer mais sofrer. Se o projeto for bem-sucedido, dará aos stablecoins europeus uma legitimidade inédita frente à hegemonia do dólar. Um avanço estratégico na busca por uma finance descentralizada regulada!
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