O dólar perde terreno onde reinava sem compartilhamento há décadas. Em março de 2026, a Rússia e o Irã liquidaram 214 bilhões de dólares em transações em yuan chinês, confirmando a aceleração da desdolarização liderada pelos BRICS. Por trás dessa mudança monetária desenha-se uma batalha estratégica entre Washington e Pequim pelo controle do comércio mundial. Comércio energético, tensões geopolíticas e ascensão do «petróil yuan»: as grandes potências redesenham discretamente as regras do sistema financeiro internacional.