Upbit admitiu que uma falha na carteira levou a um hack recente e autoridades suspeitam que o grupo norte-coreano Lazarus está por trás do ataque.
Upbit admitiu que uma falha na carteira levou a um hack recente e autoridades suspeitam que o grupo norte-coreano Lazarus está por trás do ataque.
As perdas por hackeamentos cripto caíram acentuadamente no terceiro trimestre de 2025, sinalizando progresso na contenção de explorações em larga escala. Ainda assim, setembro ofereceu um alerta chocante dos riscos contínuos, registrando um número recorde de ataques milionários. Embora os invasores tenham roubado menos no total, suas táticas continuaram a evoluir, com carteiras e plataformas centralizadas cada vez mais visadas em vez de contratos inteligentes.
Atores maliciosos estão em ação novamente, desta vez mirando na conta do gerenciador de pacotes de um desenvolvedor de software conhecido. Investigações revelaram que os hackers adicionaram malware a bibliotecas populares de JavaScript, atacando principalmente carteiras cripto. Contudo, após lançar o que investigadores do setor descrevem como o maior ataque à cadeia de suprimentos da história da cripto, os hackers conseguiram roubar apenas $50 em ativos cripto.
A empresa de inteligência blockchain Arkham revelou que 127.426 BTC, avaliados em quase US$ 14,5 bilhões hoje, foram silenciosamente roubados da pool de mineração chinesa LuBian no final de 2020. O assalto, que permaneceu oculto do público por quase quatro anos, agora está entre os maiores roubos de criptomoedas da história por avaliação atual.
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Agentes subornados, vazamentos massivos de dados, clientes expostos... A exchange de criptomoedas Coinbase em plena turbulência judicial. Os detalhes aqui!
O universo cripto sofreu um terremoto financeiro. No primeiro trimestre de 2025, os hackers roubaram 1,63 bilhão de dólares, pulverizando todos os recordes. Um número vertiginoso, impulsionado pelo ataque titânico contra a Bybit, que representa sozinha 92% das perdas. Mas por trás dessas estatísticas brutais se escondem realidades mais nuançadas: falhas exploradas, ecossistemas vulneráveis e uma resiliência frágil. Mergulho nas entranhas de uma crise que abala as fundações da descentralização.