Em Washington, Trump prepara sua vingança: um ex-falcão pronto para abraçar o bitcoin e colocar o Fed na linha, enquanto Powell conta as horas.
Em Washington, Trump prepara sua vingança: um ex-falcão pronto para abraçar o bitcoin e colocar o Fed na linha, enquanto Powell conta as horas.
Os franceses fazem pen drives, os americanos fazem bilhões: Ledger atravessa o Atlântico, esperando que Wall Street finalmente abra os cofres da cripto-finança mundial para eles.
Enquanto os mercados americanos exibiam sinais contraditórios nesta sexta-feira, outra tendência se desenhou à margem dos principais índices: o claro avanço das ações relacionadas à mineração de bitcoin. Esse contraste com a dinâmica do Nasdaq e a queda do Dow levanta questões sobre um possível reposicionamento dos investidores diante dos ativos correlacionados com cripto, às vésperas de decisões econômicas importantes. Uma leitura atenta desses movimentos revela bem mais do que uma mera variação técnica.
As blockchains chamadas Ethereum Killer se agitam para conquistar fatias de mercado e ganhar destaque na mídia. Mas, no fundo, na prática e na percepção coletiva, há apenas um mestre. Seu nome aparece em cada conferência, em cada plano estratégico, em cada tweet institucional. Ethereum não é mais apenas uma…
Wall Street fica em alerta: Jefferies troca bitcoin por lingotes. Motivo? Os computadores quânticos, esses pequenos gênios capazes de invadir os cofres digitais.
No início de 2026, os mercados registram um contraste impressionante: os fundos tradicionais captam fluxos recordes, enquanto os ETF de Bitcoin perdem força. Essa divergência, longe de ser anedótica, pode indicar uma mudança estratégica dos investidores institucionais, entre a busca por estabilidade e a desconfiança persistente em relação às criptomoedas. Em um contexto econômico incerto, as arbitragem tornam-se mais rígidas, redefinindo as prioridades de alocação. O Bitcoin, por muito tempo promovido como um ativo refúgio alternativo, parece hoje relegado a um segundo plano pelos gestores de portfólios.
Enquanto o Bitcoin dorme, a BitMine acumula ETH: um milhão em staking, bilhões imobilizados... e uma ambição que faria até a finança tradicional ficar vermelha sob a infusão do Ethereum.
Enquanto Donald Trump promete reativar a economia venezuelana por meio de um retorno forte da sua indústria petrolífera, os grandes atores do setor petrolífero americano permanecem céticos. Por trás da ambição declarada, os fatos são implacáveis: infraestruturas em ruínas, instabilidade política e desconfiança generalizada nos mercados. Wall Street, assim como as grandes petrolíferas, veem neste projeto uma aposta de alto risco, com custos colossais e sem garantia de sucesso. A recuperação da Venezuela sob Trump pode muito bem permanecer uma ilusão.
Warren Buffett vira uma página da história. Este 31 de dezembro de 2025 marca o fim de seu reinado à frente da Berkshire Hathaway, após mais de 60 anos de gestão exemplar. Figura tutelar dos mercados, "o oráculo de Omaha" personificou uma visão de investimento baseada na disciplina, duração e coerência. Sua saída não é apenas uma mudança de direção, mas sim um sinal forte enviado aos mercados mundiais, no momento em que se encerra uma era emblemática do capitalismo americano.
Ethereum se impõe como um novo ator central das finanças mundiais. Impulsionada pela ascensão da tokenização, a blockchain agora atrai a atenção de Wall Street. Instituições importantes como BlackRock e Robinhood exploram ativamente essa tecnologia, marcando um ponto de virada na adoção das criptomoedas. Para Tom Lee, cofundador da Fundstrat, Ethereum está se tornando uma infraestrutura chave do sistema financeiro. Uma dinâmica que, segundo ele, pode fazer o preço do ativo alcançar níveis inéditos.
Wall Street está entrando em 2026 com exposição recorde em ações e níveis de caixa em queda, enquanto investidores apostam em gastos com IA, forte crescimento dos lucros e rotação acelerada de ações apesar dos riscos crescentes.
A cripto se instala no coração de Wall Street: o DTCC lança a tokenização dos mercados dos EUA. Confira os detalhes neste artigo!
Wall Street vibra para um fantasma! Satoshi Nakamoto se apresenta na NYSE… com uma estátua. Do código às estátuas, o bitcoin conquista seu lugar no templo do capitalismo.
Dois ETFs lastreados em XRP foram listados na NYSE, uma primeira vez que deveria impulsionar a Ripple ao status de ativo cripto institucionalizado. No entanto, o mercado envia um sinal oposto. A cripto despenca para menos de 2 dólares, recuando 35% no trimestre. Longe de um ponto de virada otimista, esse avanço regulatório revela um desinteresse persistente. O efeito ETF, esperado como um motor, parece não ter tido eco tangível.
BitMine acumula bilhões de Ethereum e troca de líder: simples mania cripto ou plano maquiavélico para se tornar o futuro BCE descentralizado? O futuro se escreve em código fonte.
Enquanto a SEC digere seu shutdown, a Grayscale avança em direção a Wall Street. Uma IPO? Sim, mas sob controle rigoroso. A cripto entra na bolsa... e não em democracia.
Um ex-executivo da BlackRock acaba de causar um grande impacto. Para ele, o Ethereum não será apenas uma blockchain entre outras. Essa rede se tornará de fato a espinha dorsal digital de toda a finance mundial. Uma visão audaciosa enquanto a cripto acabou de perder um suporte chave em 3.600 dólares.
A Nvidia acaba de inscrever seu nome na história ao se tornar a primeira empresa a ultrapassar os 5 000 bilhões de dólares em capitalização de mercado, à frente da Apple, Microsoft e Amazon. Este recorde não é apenas uma façanha financeira. Ele reflete uma mudança de era, onde a inteligência artificial, os supercomputadores e a infraestrutura de nuvem redesenham o equilíbrio de forças na tecnologia global.
A fronteira entre as finanças tradicionais e o universo cripto desaparece um pouco mais a cada dia. Após anos de desconfiança e volatilidade, os grandes atores de Wall Street finalmente estendem a mão ao ecossistema blockchain. Neste contexto de abertura, a ConsenSys, a empresa por trás da famosa carteira MetaMask, prepara-se para dar um passo decisivo: sua abertura de capital. Uma iniciativa que simboliza não apenas a crescente maturidade do setor, mas também a entrada oficial da cripto na esfera do capital institucional.
Coinbase, a exchange cripto bem organizada, está preparando um token Base. JPMorgan vê bilhões nisso. Devemos nos preocupar quando os bancos aplaudem tokens que eles não controlam?
Wall Street treme, BlackRock aplaude, e o dólar se digitaliza sem consultar o Tesouro... Os stablecoins se impõem, enquanto a cripto tece sua teia monetária global.
Robinhood libera a artilharia pesada: ações dos EUA na Arbitrum, ETFs tokenizados... A plataforma aposta tudo na cripto, mas Bruxelas e Vilnius podem acabar com suas esperanças.
Bitcoin desaba, Trump ameaça, Pequim contra-ataca, e as criptomoedas sofrem: enquanto isso, Dogecoin ainda busca uma saída da crise. Deve-se rir ou comprar?
Matt Hougan, da Bitwise, destaca a velocidade e confiabilidade da Solana como fatores que podem torná-la uma blockchain líder para os esforços de stablecoins e tokenização de ativos de Wall Street.
E se um banqueiro muito brando despertasse a fera bitcoin? Por trás das nomeações Trumpistas, uma parábola financeira pronta para explodir... Novogratz acende o pavio, escondam os dólares!
Dizem que o bitcoin está entediado. Mas quando Michael Saylor fala em "corrida digital", a pergunta é: calmaria ou tempestade a caminho na arena cripto?
Neste início de período, os grandes bancos revisam suas previsões. Frente a uma desaceleração clara da economia americana, a ideia de duas a três reduções nas taxas já este ano se impõe aos poucos. Os investidores, atentos aos menores sinais do Fed, veem nessa mudança de rumo um potencial ponto de inflexão.
Nos Estados Unidos, o relatório de emprego esperado para esta sexta-feira, 5 de setembro, pode selar o destino das taxas de juros. Os mercados, impulsionados pela esperança de um afrouxamento monetário, observam o menor sinal de fraqueza. No entanto, a equação permanece frágil: uma desaceleração suficiente para justificar uma redução das taxas, sem, no entanto, reacender o medo de um recuo acentuado da economia.
Os emissores de ETF cripto não esperam mais a SEC liberar seu carimbo. Eles avançam, submetem, corrigem, aperfeiçoam. Como um maestro confiante em sua partitura, a Grayscale continua tocando sua própria sinfonia regulatória. E desta vez, é o Cardano que sobe ao palco, pronto para conquistar seu ingresso para Wall Street. A contagem regressiva começou, as linhas se movem, e os investidores já afiam seus livros de ordens.
Um promotor com déficit, uma cripto em destaque, uma alta de 60% na Bolsa... E se o LINK se tornasse o concreto armado dos tesouros em ruínas?