O ataque à Direção-Geral das Finanças Públicas leva o Estado francês a rever sua estratégia de cibersegurança. Frente às falhas que atingem as administrações e expõem dados sensíveis, o executivo quer reforçar profundamente suas auditorias digitais. Uma resposta à altura de uma ameaça que agora ultrapassa apenas os sistemas públicos. As informações furtadas podem alimentar campanhas de engenharia social e mirar diretamente os cidadãos, incluindo os detentores de criptomoedas. Por trás dessa virada, também está em jogo uma questão maior: a soberania digital francesa.