Fala-se em um "tesouro" de 600.000 BTC, atribuído à Venezuela: um número que soa como uma ameaça. Washington considera a ideia de uma apreensão, sem admiti-la diretamente. Paul S. Atkins, presidente da SEC, não confirma nada... mas não fecha a porta. E é aí que tudo muda: o bitcoin não é mais apenas um ativo, é uma alavanca geopolítica. Resta decidir o essencial: provas, chaves e poder de apreensão.