Lagarde está de malas prontas? O BCE nega, mas o euro já está encharcando a camisa. Macron quer encaixar seu pupilo. Os alemães estão cerrando os dentes. Clima em Frankfurt.
Lagarde está de malas prontas? O BCE nega, mas o euro já está encharcando a camisa. Macron quer encaixar seu pupilo. Os alemães estão cerrando os dentes. Clima em Frankfurt.
O euro digital sai do laboratório para entrar no concreto. O Banco Central Europeu agora estabelece um cronograma preciso: seleção dos prestadores de serviços de pagamento já em 2026, seguida pelo lançamento de um piloto de um ano em 2027. Após anos de estudos e consultas, o projeto ultrapassa uma etapa operacional. Por trás desses prazos, desenha-se uma ambição global: inscrever de forma sustentável o euro digital no coração do sistema de pagamentos europeu e redefinir o equilíbrio de forças na zona do euro.
Washington despeja seus stablecoins em dólar no Velho Continente. Berlim diz não. O Bundesbank lança o euro digital e seus próprios stablecoins. A guerra das moedas está declarada.
O Euro se prepara para seu grande retorno no cenário mundial. Ao ampliar o EUREP, o BCE dá um golpe histórico para reforçar a liquidez e a influência da moeda europeia. Uma decisão que pode redefinir o equilíbrio financeiro frente ao Dólar e ao Yuan.
Em um mundo onde os pagamentos se tornam armas econômicas, o BCE acelera o lançamento do Euro digital. Piero Cipollone faz dele uma prioridade estratégica para garantir as transações europeias diante das sanções e das ciberameaças. Este projeto ambicioso pode redefinir a soberania financeira do continente. A Europa está pronta para enfrentar o desafio?
O euro digital pode mudar tudo: pagamentos instantâneos, soberania financeira e uma alternativa às criptomoedas privadas. No entanto, apesar de uma tecnologia pronta, os legisladores europeus bloqueiam o projeto por medo dos riscos à privacidade. Qual cripto desaparecerá se o euro digital chegar em 2026?
A Itália acende o pavio: seu orçamento de 2026, criticado pelo BCE, ameaça explodir a estabilidade dos bancos e sufocar uma economia já fragilizada. Entre impostos controversos e riscos de crédito restrito, Roma joga um jogo perigoso. Por que o BCE está soando o alarme? Os detalhes que fazem a Europa tremer.
Enquanto os stablecoins preocupam muitos bancos centrais, o BCE adota um tom surpreendentemente comedido. Em sua última revisão de estabilidade financeira publicada em 20 de novembro, ele avalia que esses ativos representam "apenas um risco limitado" para a zona do euro. Uma posição tranquilizadora, que a instituição justifica pela adoção ainda marginal e uma regulamentação já em vigor. No entanto, por trás dessa aparente calma, o BCE alerta para a vigilância diante de uma rápida evolução do mercado e dos riscos transfronteiriços emergentes.
A Itália apoia o projeto do euro digital do Banco Central Europeu (BCE), mas impõe suas condições. Os bancos transalpinos, ao mesmo tempo em que aplaudem essa iniciativa de soberania digital, solicitam um esforço financeiro distribuído ao longo do tempo. Diante de investimentos que pesam muito, o setor bancário italiano deseja evitar um choque orçamentário. Essa posição encontrará eco em outros países europeus?
Enquanto o equilíbrio monetário global se reconfigura sob a pressão das tecnologias digitais e das ambições soberanas, a Europa parte para a ofensiva. Em 29 de outubro, o BCE validou uma nova fase técnica do projeto do euro digital, pedra angular de um futuro sistema de pagamentos europeu. O objetivo é lançar, até 2029, uma moeda digital pública capaz de competir com as soluções privadas e iniciativas estrangeiras, garantindo a soberania monetária na zona do euro.
Arthur Hayes coloca uma moeda na máquina novamente. Desta vez, seu alvo não é o Fed, mas a zona do euro. E sua mensagem é clara: se o BCE vacilar, o Bitcoin se beneficia.
Quando Christine Lagarde saca o martelo regulatório, até os gigantes das criptomoedas tremem. O euro digital avança mascarado, mas mira claramente os stablecoins que estão muito à vontade na Europa...
Enquanto a Europa acelera para os pagamentos digitais e prepara o euro digital, o BCE causa surpresa. Ele recomenda guardar dinheiro em casa. Essa ordem revela uma realidade muitas vezes omitida nos discursos oficiais: a fragilidade dos sistemas digitais diante das crises. Esse retorno assumido ao dinheiro em espécie não é um retrocesso, mas uma antecipação lúcida dos riscos sistêmicos, entre falhas, tensões geopolíticas e ataques cibernéticos.
A Europa fortalece sua posição nos stablecoins. Bullish Europe acaba de listar o USDCV, o novo stablecoin lastreado em dólar lançado pela Société Générale-Forge. Conforme o MiCA e supervisionado pela BaFin, este token marca uma virada decisiva na batalha regulatória que a Europa trava contra os gigantes americanos do setor.
Prometido para 2026, o euro digital já causa alvoroço: Lagarde vê nele soberania, Navarrete um gadget inútil, e os bancos temem uma corrida bancária digital.
Fitch rebaixou a nota soberana da França de AA- para A+, principalmente por causa da instabilidade governamental e das dificuldades em reduzir o déficit público. Essa situação revela o fracasso do governo francês, mas também as intervenções massivas do Banco Central Europeu (BCE).
O BCE congela suas taxas, o FED se prepara para reduzi-las... E se, neste pingue-pongue monetário, fosse afinal a economia real que servisse de bola perdida?
Não é apenas a França de Bayrou que está mal. A Europa atravessa uma crise sistêmica que a "impressora de dinheiro" do BCE não consegue mais resolver. Apesar de anos de injeções massivas, a zona do euro afunda-se num círculo vicioso de estagnação e endividamento insustentável. Parece que desta vez, ao contrário de 2008, o BCE não pode mais salvar a Europa do colapso.
Os sinais de alerta estão em toda parte. Entre a explosão das desigualdades e o endividamento recorde, o sistema financeiro mundial vacila perigosamente. Diante de 37 trilhões de dólares em dívidas apenas nos Estados Unidos, uma pergunta se impõe: estamos assistindo ao fim do capitalismo como o conhecemos?
Enquanto já o enterravam, o dinheiro em espécie ganha uma segunda juventude! Entre desconfiança tecnológica e nostalgia tátil, a Europa oscila entre euro digital e cédulas palpáveis...
Larry Fink, CEO da BlackRock, publicou recentemente um artigo revelador no Financial Times sobre sua visão da "globalização 2.0". Essa nova abordagem visa direcionar a poupança dos cidadãos para investimentos em infraestrutura local, sob a liderança de gestores de ativos como a BlackRock.
O euro está capitulando diante do bitcoin? Antigamente marginal, a ideia ganha força à medida que a moeda europeia atinge a mínimos históricos em relação à primeira criptomoeda. Max Keiser, figura do maximalismo Bitcoin, reacende o debate com uma previsão impactante. Trata-se de um sinal forte em um contexto onde a desconfiança monetária ganha espaço, e onde os fundamentos técnicos parecem dar razão aos defensores de uma mudança monetária global.
O Banco Central Europeu está dando uma grande virada tecnológica. O Conselho dos Governadores acaba de validar dois projetos de grande envergadura visando integrar a tecnologia blockchain no sistema de liquidação de transações em euros. Um avanço estratégico que marca uma mudança na modernização das infraestruturas financeiras da União Europeia.
O mercado de crédito imobiliário, que estava há muito tempo parado, está começando uma recuperação clara. Em dois meses, a demanda por empréstimos quase dobrou, impulsionada pela queda das taxas e pela reabertura das comportas bancárias. Após dois anos de bloqueio devido ao aumento brusco do custo do dinheiro, a reversão era esperada. No entanto, essa melhora é sustentável ou é apenas um efeito de recuperação? Enquanto abril marca uma inflexão, o setor se pergunta: estamos testemunhando o início de um ciclo ou uma pausa frágil?
E se o euro finalmente se impusesse como referência mundial? Em Berlim, Christine Lagarde surpreendeu seu público ao afirmar que a moeda única europeia poderia substituir o dólar como o principal pilar das reservas internacionais. Por trás dessa declaração audaciosa, a presidente do BCE esboça uma estratégia clara: dotar a União Europeia dos mecanismos necessários para ter peso financeiro e geopolítico. Assim, em um mundo em reconfiguração, essa ambição redefine as relações de força monetárias e coloca o euro no centro de um novo equilíbrio global em gestação.
Um vídeo viral no TikTok afirma que uma lei proibindo dinheiro em espécie teria sido adotada na França. Em poucos dias, essa sequência reacendeu as ansiedades em torno do fim do dinheiro e de uma sociedade totalmente digitalizada. No entanto, essa afirmação é falsa, pois nenhum texto legal confirma tal proibição. Por trás dessa narrativa enganosa, um assunto bem real merece atenção: o projeto do euro digital promovido pelo BCE, que visa complementar o dinheiro físico, e não fazê-lo desaparecer.
O Banco da França se vê em 2024 confrontado com uma situação financeira sem precedentes, com uma perda operacional de 17,7 bilhões de euros. Esta perda, longe de ser anedótica, revela fragilidades profundas dentro do sistema financeiro europeu, exacerbadas pela inflação, pelo aumento das taxas de juros e pela gestão das dívidas públicas.
Christine Lagarde confirmou o lançamento previsto do euro digital para outubro de 2025, sujeito à aprovação das instâncias europeias. Esta iniciativa ocorre em um contexto em que uma pesquisa recente revela, no entanto, um desinteresse marcante dos europeus por essa moeda digital de banco central.