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Principais 4 Destaques do Relatório Estado da Segurança Cripto da CoinGecko 2026

10h20 ▪ 6 min de leitura ▪ por La Rédaction C.
Cybersecurity
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A segurança continua sendo uma prioridade máxima no mundo cripto, mas as perdas continuam crescendo, com mais de US$ 3,63 bilhões roubados desde 2025. As CEXes estão mais expostas por meio do comprometimento de chaves privadas, enquanto as DEXes enfrentam explorações de contratos inteligentes, cada vez mais agravadas por interfaces falsas e integrações maliciosas. Os atores evoluíram na mesma velocidade. Indivíduos desonestos deram lugar a cartéis organizados e grupos patrocinados por estados, incluindo hackers da Coreia do Norte, que agora usam mixers, pontes e retiradas escalonadas para permanecerem não rastreáveis. Este relatório examina o cenário de ameaça em mudança, desde protocolos de auditoria e seguros até a infraestrutura de segurança que CEXes como Toobit usam para proteger usuários. Resumimos os principais destaques, mas não deixe de explorar os 15 slides completos no relatório completo aqui.

Top 4 Highlights of CoinGecko’s State of Crypto Security Report 2026

Principais Pontos

  • Plataformas Cripto Perderam Mais de US$ 3,63 Bi Desde o Início de 2025, Principalmente Devido a Ataques na Cadeia de Suprimentos, Explorações de Contratos Inteligentes e Chaves Privadas Roubadas
  • Cerca de 60% das Plataformas Cripto Exploradas Tinham Passado por Auditorias de Segurança Independentes, Embora a Maioria dos Ataques Extrapolem o Escopo Convencional de Auditoria
  • Cobertura Ativa por Plataformas de Seguro Cripto Caiu -20,2% de US$ 163,2 Mi para US$ 130,2 Mi Apesar do Aumento das Explorações
  • Exchanges Centralizadas Lançam Fundos de Proteção para Garantir Cobertura ao Usuário em Caso de Exploração

1. Plataformas Cripto Perderam Mais de US$ 3,63 Bi Desde o Início de 2025, Principalmente Devido a Ataques na Cadeia de Suprimentos, Explorações de Contratos Inteligentes e Chaves Privadas Roubadas

A frequência de explorações específicas de cripto atingiu níveis sem precedentes nos últimos anos. Entre janeiro de 2025 e julho de 2026, plataformas cripto sofreram perdas impressionantes de US$ 3,63 bilhões em 245 incidentes documentados. Notavelmente, os 10 maiores ataques responderam por mais de 72,5% do valor total roubado nesse período.

Vulnerabilidades na infraestrutura e na cadeia de suprimentos mostraram-se as mais devastadoras tanto para CEXes quanto para DEXes, com mais de US$ 1,8 bilhão perdido nessas brechas. Exemplos de destaque incluem falhas de segurança na Bybit e KelpDAO.

As vulnerabilidades variam significativamente entre diferentes arquiteturas de plataforma. Para exchanges centralizadas (CEXes), o ponto de falha mais prevalente continua sendo o comprometimento de chaves privadas. Por outro lado, aplicações descentralizadas (dApps) tiveram US$ 546 milhões drenados devido a explorações sofisticadas de contratos inteligentes.

Apesar dessas diferenças, ambos os tipos de plataforma permanecem suscetíveis a manipulações de oráculos e de mercado. Erros em mecanismos internos levaram a perdas significativas para entidades proeminentes, incluindo Bitget, Binance e Hyperliquid.

2. Cerca de 60% das Plataformas Cripto Exploradas Tinham Passado por Auditorias de Segurança Independentes, Embora a Maioria dos Ataques Extrapolem o Escopo Convencional de Auditoria

A prevalência de violações de segurança permanece uma ameaça persistente, mesmo para plataformas avaliadas. De 245 incidentes documentados desde o início de 2025, 147 envolveram protocolos que haviam passado por auditorias antes de serem comprometidos. Essas entidades avaliadas representaram impressionantes 88,44% do capital total drenado nos últimos 19 meses.

Relatórios de auditoria frequentemente não capturam todo o espectro de riscos. A maioria das explorações em sistemas auditados mira na infraestrutura externa, atualizações de código não auditadas ou recursos sistêmicos manipulados por meio de ataques de governança. Surpreendentemente, apenas cerca de 11,0% desses incidentes envolveram falhas de contratos inteligentes dentro do escopo, embora ainda tenham causado perdas de US$ 396,0 milhões.

Plataformas centralizadas operam sob paradigmas de segurança diferentes. Enquanto as CEXes normalmente evitam formatos descentralizados de auditoria, elas devem navegar por estruturas rigorosas de conformidade e atestações financeiras, como Prova de Reserva, para aumentar a confiança do usuário. Mesmo assim, essas proteções oferecem pouca defesa contra engenharia social ou falhas catastróficas na segurança de chaves privadas.

3. Cobertura Ativa por Plataformas de Seguro Cripto Caiu -20,2% de US$ 163,2 Mi para US$ 130,2 Mi Apesar do Aumento das Explorações

Apesar do aumento das explorações, a cobertura ativa nos principais protocolos de seguro cripto diminuiu constantemente -20,2%, de US$ 163,2 milhões para US$ 130,2 milhões, enquanto os pagamentos acumulados permaneceram largamente estagnados em US$ 33,0 milhões.

Isso provavelmente se deve aos níveis já elevados de risco no espaço cripto, que desestimularam usuários tanto a fornecer capital quanto a adquirir prêmios a preços elevados.

Além disso, o escopo de proteção cripto pode ser extremamente restritivo, limitando reivindicações apenas a explorações verificadas de contratos inteligentes ou falhas na infraestrutura. Usuários podem não receber pagamentos se a exploração resultar de erro humano, chaves privadas comprometidas ou volatilidade geral do mercado.

Assim, a demanda por cobertura on-chain nunca entrou realmente em evidência; em agosto de 2026, 5 dos 9 protocolos de seguro on-chain ficaram inativos ou pivotaram para outros segmentos.

4. Exchanges Centralizadas Lançam Fundos de Proteção para Garantir Cobertura ao Usuário em Caso de Exploração

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