El Salvador compra bitcoin igual um louco apesar das broncas do FMI. 7 687 moedas já no cofre. Os credores rangem os dentes, mas Bukele tá rindo à toa.
El Salvador compra bitcoin igual um louco apesar das broncas do FMI. 7 687 moedas já no cofre. Os credores rangem os dentes, mas Bukele tá rindo à toa.
Apesar de uma proibição legal vigente desde 2021, os fluxos de criptomoedas no Nepal ultrapassaram brevemente 13% do PIB naquele mesmo ano. Em um relatório publicado em 10 de junho de 2026, o Fundo Monetário Internacional (FMI) soa o alarme e pede às autoridades de Catmandu que implementem um marco regulatório conforme as normas internacionais. Como as autoridades vão lidar com este fato consumado.
A dívida global ultrapassa um limite que remete às horas mais sombrias da história econômica. O Fundo Monetário Internacional dá o alerta: o endividamento público atinge níveis comparáveis aos da Segunda Guerra Mundial, em um contexto porém desprovido de conflito global. Essa deriva questiona muito além dos números, pois fragiliza os equilíbrios monetários e reacende as dúvidas sobre a solidez das moedas.
A tokenização avança rapidamente nas finanças globais, impulsionada por instituições… mas a dúvida se instala. Em um relatório recente, o Fundo Monetário Internacional (FMI) faz um diagnóstico direto: essa inovação promete facilitar os mercados e melhorar a transparência, ao mesmo tempo em que introduz novos riscos difíceis de prever. Entre a aceleração das negociações e a potencial fragilização do equilíbrio financeiro, a tokenização se impõe como uma transformação importante cujas consequências ainda são amplamente incertas.
O Fundo Monetário Internacional sai de sua reserva habitual e publica um guia detalhado sobre stablecoins. Enquanto o mercado ultrapassa os 300 bilhões de dólares, a instituição estima que apenas a regulamentação não será suficiente. Qual estratégia ela recomenda realmente?
Quedas rápidas, dominós digitais e Estados à espreita: o FMI vê na tokenização menos uma revolução do que um coquetel explosivo pronto para dinamitar as finanças… mas shh, está bolhando.
Gita Gopinath, ex-diretora adjunta do FMI, alerta sobre uma potencial deflagração financeira. Impulsionado pela euforia em torno da inteligência artificial, o atual rali dos mercados americanos poderia, segundo ela, precipitar uma correção mundial de uma violência inédita. Em jogo, até 35 000 bilhões de dólares em perdas sobre os ativos globais.
Desde que El Salvador levantou a bandeira laranja em 2021 ao adotar o bitcoin como moeda legal, o país não deixou de fazer notícias. Entre a visão messiânica do presidente Nayib Bukele e a fascinação internacional, o relato parecia claro: a cada dia, El Salvador comprava um BTC. No entanto, o pano de fundo acaba de cair. Um relatório oficial do FMI, acompanhado de uma carta assinada pelos mais altos responsáveis financeiros do país, afirma preto no branco: nenhuma compra de bitcoin desde fevereiro de 2025.
O FMI acusa El Salvador de ter contornado seus compromissos em relação ao bitcoin. Entre tensões em torno da Chivo Wallet e ameaças sobre um empréstimo importante, o equilíbrio econômico vacila. Mergulhe nos bastidores de um embate inédito entre cripto e instituições.
Pela primeira vez, a ideia de uma tutela da França pelo FMI atravessa as portas de Bercy. Longo tempo reservada a países em crise, essa perspectiva, agora assumida pelo governo, revela a magnitude do desvio orçamentário. Uma dívida abissal, encargos de juros em forte alta e a pressão das agências de classificação formam um coquetel explosivo. O sinal é claro: a soberania econômica francesa vacila, e as instituições internacionais agora observam Paris com a mesma severidade que as economias em dificuldade.
O Paquistão quer aquecer as máquinas para minerar bitcoin, mas o FMI, com o termômetro na mão, teme uma queda de energia diplomática. Quem cederá, o Estado ou a cripto?
O ex-economista-chefe do FMI, Kenneth Rogoff, acusa o Bitcoin de participar do movimento de desdolarização da economia e de enfraquecer a supremacia do dólar.
O El Salvador parou sua caça ao bitcoin? O FMI confirma a estabilidade das reservas, mas Nayib Bukele brinca de esconde-esconde com suas ambições cripto. O que acontecerá em seguida?
Por muito tempo vistos como seguidores, os BRICS agora lideram o crescimento mundial. De acordo com as últimas previsões do FMI, essas potências emergentes apresentam, em 2025, uma dinâmica econômica significativamente superior à dos Estados Unidos. Essa mudança quantitativa torna-se estratégica: a ascensão dos BRICS não é mais uma tendência, é um fato. Seu desempenho coletivo redefine as relações de poder e impõe uma reavaliação dos equilíbrios geo-econômicos.
O Salvador "respeita" o acordo do FMI... continuando a acumular Bitcoin. A arte de prometer parar, sem nunca desacelerar.
Em abril de 2025, o Fundo Monetário Internacional (FMI) obscureceu as perspectivas econômicas dos Estados Unidos com uma revisão drástica: um crescimento projetado de 1,8%, contra 2,7% inicialmente previsto. Essa reversão, a mais acentuada desde a crise de 2008, não é um simples ajuste técnico. Reflete uma conjunção de riscos – guerras comerciais, inflação persistente, queda do consumo – que ameaça redesenhar o equilíbrio econômico mundial. Por trás desses números, um fato implacável: as decisões políticas recentes precipitaram uma onda de choque cujas réplicas podem durar.
Trump e Bukele, em sua reunião na Casa Branca, ignoram o Bitcoin para falar sobre prisão e comércio. O futuro da criptomoeda? Terá que esperar até que os assuntos sérios sejam resolvidos.
Neste início de ano sob alta tensão geoeconômica, a desdolarização se impõe como um sinal forte de uma mudança monetária global. Por muito tempo relegada a um segundo plano no debate econômico, essa dinâmica se intensifica à medida que a confiança na estabilidade dos Estados Unidos se erosiona. A participação do dólar nas reservas globais está declinando lenta, mas seguramente, uma evolução monitorada pelos mercados e temida pelos estrategistas. Por trás desse recuo, a ordem monetária internacional pode entrar em uma fase de recomposição.