A Europa retoma a batalha dos stablecoins. Bruxelas revisita a MiCA diante da lei americana GENIUS e do êxodo das plataformas cripto. Quem sairá vencedor desta guerra? Os desafios são enormes para investidores e para a economia digital.
A Europa retoma a batalha dos stablecoins. Bruxelas revisita a MiCA diante da lei americana GENIUS e do êxodo das plataformas cripto. Quem sairá vencedor desta guerra? Os desafios são enormes para investidores e para a economia digital.
Em 1º de setembro de 2026, a Rússia lançará oficialmente o rublo digital. Descubra os bastidores de um lançamento forçado.
Após dez sessões consecutivas de saídas de capitais, os ETFs de Bitcoin spot americanos finalmente recuperaram terreno com US$ 221,7 milhões de subscrições líquidas. Essa recuperação põe fim a uma sequência histórica de desengajamento que havia fragilizado o sentimento dos investidores institucionais. Seria este o primeiro sinal de um retorno duradouro dos capitais ou uma simples pausa em uma tendência ainda frágil? Por trás dessa recuperação, existem divergências significativas entre os emissores e indicadores on-chain, o que convida a moderar a importância desse rebote.
A tokenização ganha espaço nos mercados financeiros e agora suscita um debate mais amplo sobre o futuro das infraestruturas monetárias. Em uma nova análise, o FMI estima que essa evolução vai muito além do âmbito dos pagamentos digitais. A instituição considera que a transferência de ativos financeiros para registros digitais compartilhados pode alterar profundamente o funcionamento dos mercados. No entanto, essa transformação dependerá das escolhas políticas, das regras jurídicas e da organização das infraestruturas que acompanharão esta nova etapa.
As receitas geradas pelas criptomoedas continuam a alimentar os debates políticos nos Estados Unidos. Após a publicação de informações indicando ganhos superiores a 1,4 bilhão de dólares provenientes de atividades relacionadas aos ativos digitais, Trump se encontra mais uma vez no centro das discussões. Desta vez, a senadora democrata Kirsten Gillibrand propõe proibir políticos e seus cônjuges de emitir ou promover memecoins. Esta iniciativa reacende o debate sobre conflitos de interesses, regulação dos ativos digitais e as regras éticas aplicáveis aos eleitos americanos.
As criptomoedas nunca estiveram tão próximas do poder americano. No momento em que o Congresso analisa textos decisivos para o futuro do setor, as declarações financeiras da Casa Branca revelam que Donald Trump acumulou receitas colossais relacionadas ao ecossistema cripto. Essa convergência entre interesses privados e decisões públicas alimenta um debate explosivo em Washington. Uma questão domina agora: a regulação desses ativos ainda pode ser vista como imparcial quando o presidente dos Estados Unidos está entre os principais beneficiários dessa indústria?
Não dá mais para apostar na bolsa na Europa sem ser tratado como especulador. A ESMA ressuscita as regras de 2018. As plataformas de previsão estão avisadas.
A Europa faz uma mudança regulatória com 280 empresas cripto agora autorizadas pelo MiCA. Mas essa regulação frente ao USDT e ao êxodo dos atores é realmente um sucesso?
Enquanto a maioria dos altcoins afundam e veem sua capitalização cair para o nível mais baixo desde dezembro de 2023, Solana segue uma trajetória radicalmente diferente. Ao contrário de um mercado sob pressão, a rede atrai capitais em ritmo constante e alimenta um renovado interesse em seu token SOL. Esse desacoplamento, raro no ecossistema cripto, intriga tanto investidores quanto analistas. Por trás dessa resistência desenham-se dois motores distintos: uma dinâmica fundamental impulsionada pela rede e um ímpeto especulativo que reforça ainda mais sua atratividade.
Visa, M-Pesa e Onafriq testam os stablecoins na RDC para liquidar transações móveis transfronteiriças. O projeto visa tornar as transferências mais rápidas, mais baratas e mais fluidas, sem necessariamente alterar a experiência visível dos usuários. Os pagamentos continuam a passar pelo mobile money, mas a liquidação acontece em segundo plano graças a dólares digitais.