Adiada para meados de outubro, a IPO da Anthropic pode se tornar o maior teste da história para as avaliações de IA. Os detalhes!
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Entre os detentores institucionais declarados de ETF XRP no segundo trimestre do ano, o Goldman Sachs ocupava o primeiro lugar. A instituição bancária portanto exibia uma exposição de 87,45 milhões de dólares em 30 de junho, muito à frente da Jane Street e da Millennium Management. No total, os bancos identificados possuíam 183,5 milhões de dólares em participações. Esses números atestam a integração dos produtos XRP em Wall Street, sem, no entanto, mostrar que essas empresas antecipam diretamente uma alta da criptomoeda.
As entradas líquidas foram registradas nos ETFs XRP americanos durante onze sessões consecutivas. Essa série, iniciada em 18 de agosto, gerou quase 170 milhões de dólares e elevou seus fluxos acumulados para 1,68 bilhão desde o lançamento. Paralelamente, as divulgações do segundo trimestre posicionam Goldman Sachs em primeiro lugar entre os investidores institucionais conhecidos. No entanto, essas duas estatísticas não cobrem o mesmo período e não permitem ligar os fluxos recentes ao banco americano.
BlackRock acaba de lançar BITA no Nasdaq hoje, um ETF Bitcoin que mira 15 a 25% de rendimento anual via uma estratégia covered-call sobre IBIT. Todos os detalhes aqui!
A BlackRock está prestes a lançar o $BITA, seu novíssimo ETF Bitcoin focado em rendimento passivo (Covered-Calls). Explicamos como este produto vai mudar o jogo para o mercado cripto.
Goldman Sachs acaba de revisar suas posições em cripto e o sinal enviado ao mercado já intriga Wall Street. Um simples ajuste... ou o início de um novo ciclo institucional?
Grayscale relança o debate sobre o ciclo do bitcoin. Para a gestora, o mercado já teria encontrado seu ponto mais baixo em fevereiro de 2026, enquanto muitos analistas continuam esperando uma verdadeira queda mais para o fim do ano.
Goldman Sachs acelera no bitcoin. O banco americano registrou um pedido para lançar um ETF projetado não para acompanhar o preço do BTC, mas para gerar renda a partir dele. Este produto marca uma evolução na abordagem das instituições financeiras, que agora buscam explorar a volatilidade do ativo em vez de seu desempenho isolado.
A entrada da Goldman Sachs nos ETFs ligados ao XRP não sustentou o preço do token. Apesar de um investimento significativo, o ativo continua em queda. Esse descompasso entre fluxos institucionais e dinâmica de mercado revela uma fraqueza persistente. Nesse contexto, sinais técnicos e dados sobre ETFs alimentam dúvidas quanto à evolução de curto prazo do XRP.
O JPMorgan Chase está expandindo sua estratégia de blockchain com o lançamento de um fundo de mercado monetário tokenizado no Ethereum. O produto é respaldado por US$ 100 milhões em capital interno e tem como alvo investidores qualificados que buscam rendimento diário por meio de uma estrutura on-chain sustentada por dívida de curto prazo. Observadores do mercado dizem que a iniciativa reflete uma regulação mais clara, crescente demanda dos clientes e interesse crescente em ativos do mundo real tokenizados.
Goldman Sachs concordou em adquirir a Innovator Capital por US$ 2 bilhões, trazendo novos produtos de ETFs e vinculados a criptomoedas, com o acordo previsto para ser concluído em 2026.
Os olhos estão voltados para o mercado enquanto muitas empresas financeiras se preparam para abrir capital na Wall Street esta semana. Entre esses potenciais estreantes, a exchange americana de criptomoedas Gemini aumentou o preço de suas ações antes de sua oferta pública inicial (IPO) programada para sexta-feira.
O Federal Reserve dos Estados Unidos pode iniciar uma inflexão importante já em setembro com a primeira redução de suas taxas básicas. Um cenário agora considerado por vários grandes bancos, incluindo Goldman Sachs, que redesenha as perspectivas dos mercados financeiros. Para os investidores em criptomoedas, enfrentando há meses um contexto monetário restritivo, essa virada esperada pode reacender o apetite pelo risco e servir como catalisador para um novo ciclo de alta.
Trump aquece o velho prato do protecionismo. Resultado? Os mercados estão enjoando e a Polymarket tira a temperatura: 50% de febre recessiva anunciada.