Os dados registrados em blockchains frequentemente dão a impressão de oferecer uma leitura precisa dos fluxos financeiros. No entanto, um estudo do Banco de Compensações Internacionais (BIS) mostra que algumas métricas podem variar conforme o método utilizado. Para o bitcoin, os pesquisadores identificaram uma discrepância que pode atingir seis vezes na estimativa do valor das transferências realizadas na blockchain. Essa diferença não diz respeito às trocas realizadas nas plataformas, mas sim à interpretação das transações registradas diretamente na rede.